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Archive for abril \22\UTC 2013

Programação semanal Música no Museu

abril 22, 2013 Deixe um comentário

CLSSICA-PARTITURA

Confira a programação da música clássica com belos espetáculos em espaços lindos, com entrada gratuita.
“É intenção da equipe do JAAJ aproximar nosso leitor da música clássica”, diz Almir Paulo, do Conselho Editorial do jornal.


Programação de 18 a 24 de abril de 2013

18 – quinta-feira – 12h30

Centro Cultural Justiça do Trabalho
Av. Presidente Antônio Carlos, 251 – térreo – Centro
Capacidade: 80 lugares
Músico: Jazztopia – Lennart Goebel (teclado), Wolfram Goebel (sax tenor),
Bruno Collyer (contrabaixo acústico).
Programa: Homenagem ao George Gershwin.

19 – sexta-feira- 15h

Centro Cultural Justiça Federal
Av. Rio Banco, 241- Centro
Capacidade: 82 lugares
Músico: Marcos Leite (Piano)
Programa: Homenagem a Ernesto Nazareth

20 – sábado – 18h

Clube Hebraica
Rua das Laranjeiras, 346 – Laranjeiras
Capacidade: 100 lugares
Músico: Pedro Barros, violão.
Programa: Manuel de Falla, Astor Piazzolla,Pixinguinha, J.S.Bach, Guinga,
Aníbal Sardinha, Baden Powell.

21 – domingo – 11h30

MAM – Museu de Arte Moderna
Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo
Capacidade: 180 lugares
Musico: Grupo Corda. Ana Azevedo – (piano), Nikolay Sapoundjiev – (violino),
Emilia Valova – (cello), Lipe Portinho – (contrabaixo) André Tandeta – (bateria).
Programa: Astor Piazzola.

23 – terça-feira – 20h

Iate Clube
Av. Pasteur, nº 333 – Urca
Capacidade: 150 lugares
Musico: Villa-Lobos in Jazz.
Programa: Bach, Tom Jobim.

24 – quarta-feira – 12h30

Centro Cultural Banco do Brasil
Rua 1º. de Março 66- Teatro II
Capacidade: 155 lugares
Musico: Madrigal Cruz Lopes.
Programa: Tonight, Ennio Morricone, Astor Piazzolla, Bonaventura Soma,
Mozart, Beethoven e Handel.
O programa será acompanhado pela Pianista: REGINA DA COSTA
TATAGIBA
Regência do Maestro: JOSÉ MACHADO NETO

Categorias:Eventos, Parcerias

UPA de Madureira

abril 22, 2013 Deixe um comentário

UPA-Madureira

Inferno, foi no dia 5 de abril, ou será todo o dia?

O JAAJ recebeu carta de Ione Santana, leitora do Jornal Abaixo-Assinado de Jacarepaguá e moradora da Praça Seca, que escreveu sobre o drama que viveu na UPA de Madureira, numa sexta-feira, dia 5 de abril de 2013.

“Dia 05 de abril, cheguei às 16h com meu companheiro Manoel, na UPA de Madureira e somente fui atendida às 21h45, enfim fiquei 5 horas e 30 minutos sem nenhum atendimento com fortes dores abdominais e toda inchada nos pés, braços e barriga. Uma dor insuportável.

Ao chegar me deparei com uma multidão, de cerca 80 pessoas, aguardando atendimento médico. Para minha surpresa encontrei pessoas que tinham chegado às 9h da manhã e àquela hora ainda não haviam sido atendidas. Motivo dessa demora: único médico, doutor Antônio Carlos, de clínica geral de plantão na unidade.

Por volta das 20h, o doutor Antônio Carlos, se dirigiu aos presentes no salão de espera totalmente lotado solicitando paciência e compreensão, e que ele atenderia a todos. O médico esclareceu que o problema da demora era por que dois médicos haviam faltado ao plantão, e somente ele estava atendendo, acarretando todo aquele transtorno.  Por sua vez, o diretor da UPA em nenhum momento teve a coragem de falar com os pacientes para prestar os devidos esclarecimentos e foi embora às 19h.

Quero deixar registrado e parabenizar a atitude do doutor Antônio Carlos que se comportou como um verdadeiro MÉDICO. São profissionais desse quilate que fazem a diferença e honram seu compromisso com a saúde pública. São atitudes como esta do doutor Antônio Carlos que mudamos o Brasil”.

Fica então a pergunta: UPA de Madureira o inferno foi somente no dia 5 de abril ou será que acontece todo o dia o desrespeito com o povo trabalhador?

Categorias:Notícias, Parcerias

Jornal Abaixo Assinado de Jacarepaguá – Ed. 56 – Abril de 2013

abril 17, 2013 Deixe um comentário
Categorias:Edições Online

O Legado Somos Nós: A história de Francisca

abril 17, 2013 Deixe um comentário

No dia 17 de dezembro de 2010, Michel Souza dos Santos e Francisca Melo viram suas casas no bairro da Restinga, no Recreio dos Bandeirantes, serem destruídas pelos tratores da Prefeitura do Rio de Janeiro em questão de minutos. Passados dois anos da remoção forçada, eles ainda vivem o trauma da violação dos seus direitos, reforçado pela sensação de injustiça a partir de indenizações irrisórias ou, simplesmente, o esquecimento por parte do poder público. O caso desses dois personagens faz parte do vídeo “O Legado Somos Nós: A história de Francisca”, produzido pelo Comitê Popular Rio Copa e Olimpíadas.

“Nós lutamos contra a remoção e parece que servimos de exemplo para as outras comunidades não brigarem por seus direitos. Não me arrependo, faria tudo de novo, mas agora estamos nessa situação”, disse Michel, que é um dos cerca de 20 moradores que não recebeu nenhum centavo da Prefeitura do Rio de Janeiro. Sem ter para onde ir, ele morou de favor, de aluguel, e agora está construindo uma casa em Pilares.

“Antes morava num lugar tranqüilo, agora estou perto do morro e é tiroteio direto. Não pego o BRT porque não dá, vem lotado, e acabo demorando duas horas pra ir e mais duas pra voltar”, completou. Além da casa, Michel tinha uma oficina na Restinga há 12 anos. Apesar de continuar trabalhando no local para manter seus clientes, agora está numa loja alugada.

Já Francisca, com a ajuda de parentes, está refazendo a sua vida na comunidade do Fontela. “O Secretário de Habitação (na época Jorge Bittar) falava que a gente já saía encaminhado para um trabalho, o que não aconteceu de maneira nenhuma. Nós saímos de lá sem nada. Então é falho isso, é uma grande falha falarem que as pessoas estão sendo remanejadas dentro dos seus direitos, negativo”, enfatizou Francisca.

Casos como o de Michel e Francisca estão sendo tratados na Comissão de Moradores Atingidos pela Transoeste, grupo que tem se reunido para dar visibilidade às violações de direitos que aconteceram na região, exigir reparações adequadas aos danos causados e fortalecer a luta de comunidades vizinhas. “Muitas questões ainda não foram resolvidas e os moradores estão numa situação pior do que antes. A experiência que a gente passou com relação à Transoeste pode ser útil, pode ajudar nos desafios que estão postos a outras comunidades”, disse Alexandre Mendes, que na época era Defensor Público e atendeu com a equipe do Núcleo de Terras e Habitação as comunidades do Recreio.

Assim como a Restinga, Vila Recreio II e Vila Harmonia também sofreram ofensivas no período e já não existem mais. O motivo seria a construção do BRT Transoeste, mas hoje grande parte dos terrenos estão desocupados ou tendo outros usos, o que tem sido questionado pelos atingidos. Nada foi feito no local da Vila Recreio II e a Vila Harmonia se transformou em estacionamento para máquinas da Prefeitura. Já a área removida da Restinga deu espaço a três novas pistas para carros, não para o BRT. “Queremos justiça, mostrar que eles estavam errados, para que isso não volte a acontecer nunca mais”, finalizou Michel.

*(Texto do Observatório das Metrópoles produzido com a colaboração do Comitê Popular Rio Copa e Olimpíadas)

Categorias:Notícias

Mudou todo trânsito na Rua Cândido Benício

abril 17, 2013 Deixe um comentário

mapa_Candido_Benício

A Prefeitura do Rio inicia a segunda fase da implantação do binário na Rua Cândido Benício, ação que integra as obras da Transcarioca. Com a intervenção, a Secretaria Municipal de Transportes, ao lado da CET-Rio, informa que haverá mudanças na circulação do trânsito naquela região de Jacarepaguá a partir de domingo, dia 14 de abril. A interdição está prevista para terminar no mês de dezembro, com a entrega das obras.

Para minimizar os impactos no tráfego da região, será montado um esquema especial, com mudança de mão de direção e proibição de estacionamento. Serão colocados novos semáforos em três interseções para facilitar a travessia de pedestres no trecho do desvio. O Centro de Operações Rio fará o monitoramento de toda a área impactada, permitindo que técnicos da CET-Rio façam ajustes na programação dos semáforos. A principal interdição será na Rua Cândido Benício, no sentido Praça Seca – Campinho.

A operação de trânsito contará com a participação de 22 controladores da CET-Rio, 30 orientadores terceirizados, 04 motocicletas, 02 viaturas, 01 reboque pesado, 01 reboque leve e 07 painéis de mensagens variáveis, que trabalharão para manter a fluidez, ordenar os cruzamentos, orientar pedestres e efetuar os bloqueios necessários.

PRINCIPAIS INTERDIÇÕES / ALTERAÇÕES NO TRÂNSITO:

· Interdição da Rua Cândido Benício no sentido Praça Seca – Campinho;
· Mudança de circulação da Rua Maricá, que passará a operar em regime de mão única, sentido Capitão Menezes – Ana Teles;
· Mudança de circulação da Rua Teles, que passará a operar em regime de mão única, sentido Rua Ana Teles – Rua Comendador Pinto;
· Mudança de circulação da Rua Dias Vieira, que passará a operar em regime de mão única, sentido Cândido Benício – Maricá;
· Mudança de circulação da Rua Comendador Pinto, que passará a operar em regime de mão única, sentido da Rua Teles para a Rua Cândido Benício.

DESVIOS:

Veículos procedentes da Rua Cândido Benício com destino ao Campinho, deverão acessar as ruas Maricá, Ana Teles e Cândido Benício (sentido Campinho).

ESTACIONAMENTO:

Visando manter a fluidez do trânsito, será proibido o estacionamento nas seguintes ruas: Maricá, Ana Teles, Cândido Benício, Teles e Comendador Pinto.

ÔNIBUS:

As 28 linhas de ônibus que passam pelos locais das interdições farão o seguinte itinerário: Rua Cândido Benício, Rua Baronesa, Rua Pedro Teles, Rua Capitão Menezes, Rua Maricá, Rua Ana Teles e Rua Cândido Benício.

http://www.rio.rj.gov.br/web/guest/exibeconteudo?article-id=3745260
Diário Oficial

Categorias:Notícias

Carta da AMAF cobra do prefeito

abril 17, 2013 Deixe um comentário

A Associação de Moradores e Amigos da Freguesia (AMAF) enviou carta ao prefeito Eduardo Paes e ao subprefeito Tiago Monteiro cobrando uma solução sobre o Bosque da Freguesia. Leia na íntegra o documento enviado.

Foto rio sangrador


ASSOCIAÇÃO DE MORADORES E AMIGOS DA FREGUESIA – AMAF

amafreguesia81@yahoo.com.br
A PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO
Ao Sr. Prefeito Eduardo Paes
A/c Subprefeito Tiago Mohamed Monteiro
Rio de Janeiro, 27 de março de 2013

A AMAF aprovou, em reunião dia24/03/13, encaminhar ao Sr Prefeito Eduardo Paes e Subprefeito Tiago Mohamed, este documento, protocolado na Subprefeitura da Barra/Jacarepaguá, comunicando que esteve em reunião 2ª feira, 18/03, com Geraldo Aragão representante do Condomínio RioShopping, cuja demanda referente a construção da Estrada Marginal ao Rio Sangradouro é decorrente do acordo firmado, em 1992, pela Prefeitura e o Grupo da Concessionária Dirija. O motivo da reunião foi para nos comunicar a pauta da Assembléia de 29/03, onde deliberarão sobre o pedido de anulação do acordo de doação feito pela Dirija, que concorda com tal ação, à Prefeitura.
O conflito originado entre a construção da citada via e a preservação do Bosque da Freguesia prolongou-se, acirradamente, até o entendimento entre as partes, em maio de 2003, que buscaram uma solução alternativa; um 3º projeto, que viabilizasse a construção da estrada, atendendo aos interesses do Condomínio RioShopping e preservando o Bosque da Freguesia da derrubada de centenas de árvores existentes no trajeto da via.
O acordo celebrado, em maio/2004, entre as entidades (AMAF, AABF, Grude, AmaAnil e CR Famrio) e o Condomínio RioShopping é fato entre as partes, porém não consumado ainda pela Prefeitura, apesar da finalização do projeto (Processo 06/500.074/07 – 12/01/07) feito pelo então Secretário de Obras Eider Dantas, e que foi entregue ao prefeito à época, em audiência ocorrida em abril de 2007, proposta esta que solucionava o pleito já acordado.
Por fim lembramos ao Sr. Prefeito que a AMAF acompanhou de perto o projeto do Rio Urbe Freguesia, debateu, aprovou e encaminhou a complementação desse o Projeto com a construção dessa via marginal como uma das prioridades necessárias, ao nosso bairro que hoje, 2013, encontra-se a beira da estagnação viária (o trânsito parou por horas dias 26 e 27). Não há mais alternativas viárias de trânsito para o bairro e qualquer possibilidade é valida, necessária e urgente.
Cremos ser a hora adequada para uma ação positiva por parte do Sr. Prefeito, cujo projeto encontra-se em suas mãos, ao pleito da comunidade da Freguesia, moradores, amigos e usuários do Bosque, ambientalistas e lojistas do RioShopping, para não nos ”engarrafarmos” no debate jurídico do “pode-se ou não anular o Acordo de 1992”, ao invés de solucionarmos finalmente e definitivamente o impasse.

Jorge da Costa Pinto
Presidente da AMAF

Agenda dos Movimentos Sociais

abril 17, 2013 Deixe um comentário

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15, 16 e 17 de abril – Jornada de lutas do MST

15 de abril – 18h. – Ato Nacional por Reforma Agrária e Justiça no Campo. Atividade em lembrança dos 17 anos do Massacre de Eldorado dos Carajás.
Auditório da ABI. Rua Araújo Porto Alegre, nº 71.

17 de abril. 10h – Manifestação na Vale
(Rua Graça Aranha esquina da Rua Santa Luzia) durante a assembléia de acionistas.

17 de abril. 16h30min – Debate
Salão Nobre do IFCS (UFRJ), Largo São Francisco de Paula, Centro do Rio: “A luta contra as corporações na atual fase do capitalismo: Articulação Internacional dos Atingidos pela Vale”.

16,17 e 18 de abril – Paralisação da Educação
As escolas da rede pública estadual do Rio de Janeiro farão uma Assembléia Geral, no Clube Municipal, na Tijuca, dia 18 de abril, para avaliação dos três de paralisação e debatem os rumos do movimento, podendo decidir greve por tempo indeterminado. Os profissionais da rede municipal de educação do Rio de Janeiro farão uma paralisação de 24 horas no dia 18 de abril (quinta-feira). Neste dia, será realizado um ato de protesto em frente à prefeitura, às 11h, quando a categoria irá denunciar a política educacional do prefeito Eduardo Paes e da secretária de educação Cláudia Costin.

24 de abril – Marcha a Brasília
Pela manutenção dos direitos garantidos na CLT, contra o ACE (Acordo Coletivo Especial); o fim do fator previdenciário, assim como exigindo a anulação da reforma da previdência de 2003, aprovada com o dinheiro do mensalão.

27 de abril – Inauguração do Maracanã
Ato contra a privatização – Programação a ser organizada pelo Comitê Popular da Copa e da Olimpíada – Rio.

30 de abril. 16h – Manifestação unitária
Dia Internacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras. Concentração na Candelária e passeata até a Cinelândia. Contra as privatizações da saúde (EBSERH), do petróleo e da cidade. Não às remoções. Contra o ACE (Acordo Coletivo Especial) e pela anulação da reforma da previdência.

1º de maio. 10h – Manifestação unitária
Primeiro de maio de luta contra a privatização da cidade, dos bens e serviços públicos. Não às remoções forçadas e a internação involuntária. Concentração na Praça Afonso Pena e marcha até o Maracanã.

04 de maio. 9h – Ato Dia Internacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras
Trabalhadores e trabalhadoras em luta contra o capital e por justiça social. Organização: IFHEP e Núcleo Socialista de Campo Grande. Calçadão de Campo Grande.

14 de maio – Manifestação contra os Leilões do Petróleo.
Em processo de organização pelo Sindipetro-RJ.

Categorias:Eventos