Convocação: Assembléia Geral Ordinária

O CEACC – Centro de Estudos e Ações Culturais e de Cidadania, em conformidade com o Estatuto em vigor, convoca os Associados Fundadores, e todos os demais associados, para participarem da ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA, que será realizada no dia 25 de maio de 2013, na sede da instituição, localizada na Rua Edgard Werneck nº 1.648, Cidade de Deus, Rio de Janeiro/RJ, às 14:00h em primeira convocação, onde serão tratados dos temas constantes na seguinte Pauta:

1. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL;
2. DEFINIÇÃO DE AGENDA DE TRABALHO;
3. ASSUNTOS GERAIS.

Rio de Janeiro, 06 de maio de 2013.
CEACC – Centro de Estudos e
Ações Culturais e de Cidadania.
Coordenação Colegiada

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Agenda Movimentos Sociais

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Dia 26 de maio – 10h

Acontecerá o Dia do Verde, com plantio de mudas e organização de um jardim suspenso com garrafas PET, na Aldeia Tamoia, localizada dentro do Hospital Curupaiti. Quem quiser almoçar, por um preço popular, poderá saborear um peixe assado na folha da bananeira. Toda comunidade de Jacarepaguá está convida para integrar-se a atividade e será muito bem-vinda.

Dia 01 de junho – das 8h30 às 12h30

Fórum das Pastorais Sociais do Vicariato Sul
Tema: “Rio de Janeiro e os Megaeventos: Cidade para Quem?”
Local: Sede do Vicariato. Rua Hilário de Gouveia, nº 36/10º andar

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Evento Cultural no Museu Bispo do Rosário

PANGEIA cultura

No próximo sábado, dia 25/05, a Cia de Arte Cadê abrirá o evento “PANGEIA – uma reflexão sobre a liberdade”, realizado pelo Museu Bispo do Rosário (Estrada Rodrigues Caldas, 3.400 – Edifício Sede – Colônia Juliano Moreira, Taquara, Jacarepaguá). O Museu está preparando um dia muito especial e, na abertura do evento, a apresentação de um fragmento do espetáculo “CRIAÇÃO IMPERFEITA”.
Vamos valorizar a produção cultural da nossa região! Participe!

Leia toda a programação no panfleto.

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Governo do Estado fecha 49 escolas

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O JAAJ divulga em seu blog, na íntegra, reportagem de Maria Luisa de Melo publicada no JB on line, que denuncia o fechamento pela Secretaria Estadual de Educação de 49 escolas da rede de ensino.

No período de 1 ano e seis meses o secretário Wilson Risolia autorizou o fechamento de 49 escolas da rede estadual do Rio de Janeiro. A maioria das unidades funcionava em prédios da Prefeitura do Rio, à noite, e atendia jovens e adultos fora da idade regular da educação básica. Ou seja, as unidades fechadas eram destinadas aos alunos mais velhos: a maioria trabalha durante o dia e tem apenas a noite para suprir a deficiência educacional e concluir os ensinos Fundamental e Médio.

Das 49 unidades de educação que foram extintas, 31 funcionavam na capital, outras dez em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. A Baixada também não escapou dos fechamentos: quatro escolas de Japeri tiveram as portas fechadas, assim como três em Magé; e uma em Guapimirim. Há expectativa de que o número de unidades estaduais fechadas cresça ainda mais no ano que vem.
As unidades fechadas usavam prédios de escolas municipais, como é o caso da Escola Municipal Pereira Passos, que à noite cedia espaço para os alunos do Colégio estadual Eça de Queiróz

Diretora do extinto Colégio Estadual José Pedro Varella (Rio Comprido), por sete anos, a professora Maria João critica o fechamento das unidades e encarou a decisão do secretário estadual de Educação como uma manifestação de “descomprometimento com o ensino público”. São pais de família que querem estudar. Só isso.

“Tenho a impressão de que o governo está na contramão de aumentar o número de alunos nas salas de aula. Na escola em que eu era diretora eram 500 alunos matriculados e frequentando as aulas. A maioria não teve a oportunidade de estudar quando jovem. Então, estavam aproveitando a oportunidade durante a noite. Trabalhavam de dia e estudavam à noite. Quando o secretário anunciou o fechamento, muitos abandonaram, porque só conseguiriam transferência para escolas distantes”, destaca a educadora.

Outro problema que chama a atenção no fechamento do Colégio Estadual José Pedro Varella é que muitos alunos eram oriundos do Morro do São Carlos e só conseguiram vagas para estudar numa unidade de educação localizada no Morro do Turano, de facção rival. Ambas as comunidades ainda estão em processo de pacificação.

“Como você vai mandar um aluno de uma comunidade na qual há resquícios de bandidos de uma facção rival à de outra? Os meus alunos tiveram medo diante desta situação de insegurança e eu os aconselhei a procurar a escola que fosse mais tranquila. O problema é que muitos tiveram dificuldades de encontrar escolas próximas de suas casas. São pais de família que querem estudar. Só isso. Mas o governo estadual não colaborou! Educação não é gasto. É investimento”, critica.

Deputado: “Governo não tem bom senso pedagógico”

Depois de organizar diversas audiências públicas na Assembleia Legislativa do Rio, ao longo do ano passado para tratar do problema, o presidente da Comissão de Educação, Comte Bittencourt (PPS) classifica a situação como “irreversível”.

Depois de convocar o próprio secretário estadual de Educação, Wilson Risolia, para explicar o fechamento das unidades, Comte diz que o atual governo “não tem bom senso pedagógico”.
Segundo ele, o secretário justifica o fechamento das escolas de ensino compartilhado dizendo que é preciso economizar e otimizar a rede. “Se o secretário nota que tem duas turmas cada uma com 30 alunos, ele prefere fazer apenas uma com 60. Esta é a lógica. Infelizmente, não conseguimos frear isto”, limita-se a comentar.

Governo: não fechamos, municipalizamos

Procurado pelo Jornal do Brasil, o governo do Estado nega que tenha fechado as unidades.

“Esclarecemos que a ação não foi de fechamento de escolas. O que houve é o que se chama de municipalização, e há legislação sobre isso. O Ensino Fundamental  é de responsabilidade dos municípios.

O Ensino Médio, do Estado. E o Ensino Superior, do Governo Federal. Porém, ainda há muito Ensino Fundamental sob responsabilidade das escolas estaduais. E o que a Secretaria estadual vem fazendo é transferindo as escolas com alunos do Fundamental para o município, quando há capacidade de o município absorver essa demanda, o que é o caso da cidade do Rio de Janeiro. Chama-se municipalização. Os alunos permanecem estudando, só passam a ficar sob responsabilidade do município a partir disso”, diz a nota enviada ao JB.

Confira a lista de escolas fechadas no Rio pelo Governo do Estado:

>> Capital:
C.E. Coccio Barcelos
C.E. Pedro Varela
C.E. Francisco Cabrita
C.E. Cícero Pena
C.E. Clotilde Guimarães
C.E. Professor Souza Carneiro
C.E. Walt Disney
C.E. Roraima
E.E. Edgar Werneck
E.E. Augusto Cony
C.E. Professora Silvia de Araújo Toledo
C.E. Alfredo de Paula Freitas
C.E Astolfo Rezende
C.E. Brigadeiro Eduardo Gomes
C.E Paulo da Portela
C.E. Professora Nilza Mendonça de Oliveira
C.E. República de São Tomé e Príncipe
C.E. Rio de Janeiro
C.E. Washington Luis
EEES George Summer
EEES Professor Souza Carneiro
C.E. Charles Peguy
C.E. Celestino da Silva
C.E. Equador
C.E. José Pedro Varella
C.E Sérgio Buarque de Holanda
EEES Benedito Ottoni
EEES Evaristo da Veiga
EEES General Euclyades Figueiredo
EEES Laudímia Trotta
EEES Leitão da Cunha

>> São Gonçalo:
E.E. Brigadeiro Antonio Sampaio
E.E. Alberto Silva
E.E. Lucio Tomé Feiteira
E.E. Professora Henny de Mendonça Gama
E.E. Aurélio Quaresma
CIEP Professor Djair Cabral Malheiros
E.E. José Augusto Domingues
E.E. Dr. Luiz Palmier
E.E. Alcebíades Peçanha
C.E. Sueli Mota Seixas

>> Japeri:
C.E. JOAO XXIII
C.E. RIO DO OURO
C.E. ARMANDO DIAS
CIEP LUCIMAR DE S. SANTOS

>> Magé:
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO PROFESSOR CARLOS CAMACHO
C.E. PROFESSORA LUIZA VIEIRA
C.E. PARQUE DO IMPERADOIR
>> Guapimirim:
C.E. SIMÃO DA MOTA

Portal G1 denuncia erros grosseiros no material pedagógico da SME

apostila_capitaisImagem (Créditos): G1

Todos ao Ato do dia 22, em frente à prefeitura, às 10h!

O Portal de Notícias G1 denuncia o que o SEPE e toda a categoria já alertavam há muito tempo: As apostilas da SME são distribuídas às escolas com vários erros de conteúdo, além de ficarem na superficialidade dos temas apresentados, numa opção clara por oferecer um mínimo de informações que facilitem o treinamento dos alunos para as respostas das provas e a consequente elevação de suas notas. Com isso, a SME passa para a sociedade uma falsa imagem de sucesso que esconde, na verdade, a imposição aos professores de um material de trabalho de baixa qualidade, feito com dinheiro público, direcionado aos filhos das classes trabalhadoras, com objetivo, apenas, de melhorar índices, como se a formação humana pudesse estar submetida a um sistema de coleta de dados e estabelecimento de metas. Veja a notícia: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2013/05/apostila-distribuida-em-escolas-do-rio-erra-capitais-de-estados-do-ne.html
As comunidades Escolares da Rede Municipal querem um ensino de qualidade, libertário e transformador! Por isso dizem NÃO aos conteúdos superficiais e mal elaborados das apostilas, NÃO à retirada da Língua Espanhola do currículo, N ÃO ao fim do horário integral nas Escolas do Amanhã, NÃO à falta de autonomia pedagógica, NÃO à política meritocrática em detrimento ao plano de carreira e à data base!
Os Profissionais da Rede Municipal dirão NÃO no Ato em frente à Prefeitura, no dia 22, às 10h!

Extraído do site do SEPE
http://www.sepe.org.br

Tombamento Célio de Barros e Júlio Delamare em foco: Em audiência, professores e atletas citam dificuldades

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Henrique de Almeida – Jornal do Brasil

Em audiência pública realizada na manhã desta quinta-feira, a demolição do estádio de atletismo Célio de Barros e do Parque Aquático Júlio Delamare foi questionada, e foi pedido o tombamento dos dois estádios.

Os atletas alegam não ter local para treinamento no Riode Janeiro, enquanto o Governo do Estado não constrói os novos equipamentos esportivos.

O defensor público da União, André Ordacgy, entrará com uma ação pública pedindo a suspensão das demolições e o tombamento a nível federal:

” O artigo 1º  do decreto-lei 25, de 1937, prevê o tombamento para preservação da memória nacional. Por isso, vamos atrás dos documentos históricos para mostrar que a liminar tem de ser concedida pela preservação do esporte nacional. O Iphan, que autorizou a demolição dos dois estádios, será réu neste processo’, explicou o defensor.

A professora de Atletismo e coordenadora do Projeto Rio 2016,  Edneida Freitas, de 48 anos, diz que a situação é dramática para muitos atletas, vários moradores de comunidades nos arredores do Complexo:

“Fomos os primeiros a ser atingidos, no dia 9 de janeiro. Os atletas têm que pegar duas conduções para ir treinar no Engenhão, muitos que sem o esporte vão parar na rua, no crime. E as alternativas, Engenhão e a Quinta da Boa Vista, não são apropriadas. Não teremos atletas entre os 10 melhores do Brasil do Rio de Janeiro. E não deram nenhum suporte para treino, transporte, nada, lamenta ela, que de 320 atletas passou a treinar apenas 180 após o início da demolição.

A viúva de Júlio Delamare, Míriam Delamare ,esteve presente na audiência e se emocionou ao falar do legado do marido: ”É muito importante manter não só um local de competição, sobretudo para o esporte comunitário’, disse Míriam.
O presidente da Federação de Atletismo do Rio de Janeiro, Carlos Alberto Lancetta, está indignado com o prazo dado pela IMX, uma das ganhadoras da licitação, para a construção de novos equipamentos:

‘Está na licitação que serão 30 meses para construção de outros equipamentos. Quando eles estiverem prontos, já será abril de 2016, e a Olimpíada acontece em julho. Vamos acabar com a memória de um local que já abrigou atletas como Aída dos Santos, João do Pulo, Ademar Ferreira da Silva e outros’, disse Lancetta, acrescentando que em nenhum momento foi procurado pelo Iphan para tratar da demolição. Ele reclamou ainda de uma proposta “ridícula” feita para o local dos novos equipamentos.

“Eles querem usar uma área de 22 mil m² para ser dividida entre a Federação de Atletismo do Rio e a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos. Só o Célio de Barros, por exemplo, tinha 25 mil m². Como que vou utilizar tão pouco espaço? Como a CBDA terá apenas 6 mil m² para treinar todos os seus atletas?”, questionou Lancetta.

Pragas e ironias

O presidente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos(CBDA), Coaracy Nunes, criticou a omissão de Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro.
‘Em entrevista, ele se declarou a favor das demolições, em solidariedade ao governador. Enquanto isso, nos cortaram hoje a água quente para treinarmos. Não podemos contrair o risco de os atletas contraírem hipotermia. A partir de amanhã, sairemos de novo do Parque’, revelou Nunes,que ainda rogou uma praga contra os governantes que estão ‘destruindo o esporte no Rio’,segundo ele. “Não serão eleitos. Perder eleição é a única coisa que eles temem”, disse, enfático.

O deputado estadual Marcelo Freixo(PSOL) elogiou a iniciativa da Defensoria Pública da União, apesar de achar que a discussão poderia ter começado antes. Segundo o presidente da Comissão de Direitos humanos da Alerj, a falta de instalações esportivas na cidade mostra que a prioridade não é o esporte:  ” São ciclistas sem velódromo, pilotos sem autódromo, nadadores sem piscina e atletas sem estádio. Esse é o quadro do esporte na cidade olímpica, que mostra qual é a prioridade do governo do Estado e da prefeitura”, ironizou Freixo.

Apesar de não ter podido estar presente, o deputado federal Romário(PSB), emitiu uma nota lamentando “a mentira do legado olímpico que desmancha o patrimônio do nosso esporte” e apoiando a suspensão das demolições.

Convidados para a audiência, o secretário da casa-civil, Régis Fitchner, e o Secretário de Esportes, André Lazaroni, não compareceram.

Dramas

Duas atletas de saltos ornamentais deram o tom do drama vivido pelos atletas que frequentam os dois estádios. “São 10 mil atletas por ano lá e chamam o Júlio Delamare de ocioso”, lamentou Mônica Amaral, de 19 anos, da Seleção Brasileira da modalidade.

“Estamos retrocedendo na preparação para as Olimpíadas. Agora, sem o Júlio Delamare, vamos ter que procurar outro local para praticar, treinando menos horas porque a piscina não é nossa, gastando dinheiro para usar as instalações dos outros. Estão acabando com o nosso esporte”, disse Mônica, arrancando lágrimas dos presentes.

Uma outra atleta, identificada como T.T, de apenas 14 anos, que poderia estar vivendo o sonho de disputar um campeonato Sul-Americano na Colômbia, vê na competição que se inicia no dia 3 de junho um pesadelo cada vez mais próximo. “Faltam menos de 20 dias e não temos local para treinar para a competição. O Parque Aquático Júlio Delamare é tudo para mim, e realmente não sei o que vai acontecer a partir de agora”, lamentou a atleta.

Fonte: http://www.jb.com.br/rio/noticias/2013/05/16/tombamento-celio-de-barros-e-julio-delamare-em-foco/

Jornal Abaixo Assinado de Jacarepaguá #57 – Edição de Maio de 2013

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